O primeiro encontro presencial do Entre Tesoureiros
O primeiro encontro presencial de uma comunidade que já nasce grande.

Tem coisas que só acontecem quando as pessoas estão no mesmo lugar.
A comunidade do Entre Tesoureiros existe há um tempo no digital. Mais de 500 tesoureiros que trocam mensagem, debatem cenário, compartilham dúvidas e experiências — tudo pelo celular, tudo à distância.
Depois de uma série de workshops online sobre inteligência artificial que reuniram o grupo em torno de temas que estão transformando a profissão, a vontade de se encontrar de verdade foi crescendo. Era hora de colocar cara no nome.
Por volta das 9h de uma terça-feira, esse grupo chegou à Joya Boulangerie, em Pinheiros, São Paulo. Alguns já se conheciam pelo grupo, tinham trocado mensagem, comentado algum post, debatido cenário. Outros estavam se vendo pela primeira vez. O ritual de chegada foi simples: escolher o que queria no cardápio, pegar um café e sentar.
Sem apresentação formal. Sem slides. Sem agenda pré-definida.
O grupo se dividiu em duas mesas e a conversa começou no ritmo que só acontece quando as pessoas estão à vontade. Caixa, inteligência artificial, meios de pagamento — e, principalmente, o que cada um está fazendo na prática dentro da sua operação. Não o que deveria estar fazendo. O que está, de fato, acontecendo no dia a dia de cada tesouraria.
Esse é o tipo de troca que não cabe num webinar.
O que ficou evidente ao longo da manhã é que os desafios se repetem. Empresas diferentes, setores diferentes, tamanhos diferentes — mas as mesmas perguntas aparecendo nas duas mesas. Como ganhar previsibilidade de caixa num ambiente cada vez mais volátil.
Como justificar investimento em tecnologia para o board. Como liderar um time num momento em que tudo está mudando muito rápido. Como usar inteligência artificial sem perder o controle do que realmente importa. Ouvir como outro tesoureiro está navegando o mesmo problema tem um valor que nenhum conteúdo produzido para uma audiência genérica consegue substituir. Porque quando a pessoa do outro lado entende o que é gerir caixa de verdade, a conversa muda de nível.
Antes de encerrar, Allan — que facilitou o encontro pelo time do Entre Tesoureiros — tomou a palavra. Agradeceu a presença de cada um e reforçou o que esse espaço representa: uma comunidade construída por tesoureiros, para tesoureiros. Um lugar onde a conversa é honesta porque todos falam a mesma língua, enfrentam desafios parecidos e entendem, sem precisar explicar, o peso de ser responsável pelo caixa de uma organização.
A foto final foi tirada com um consenso que surgiu sem que ninguém precisasse propor: isso precisa se repetir.
E vai se repetir.
Se você ainda não faz parte da comunidade, a porta está aberta. O Entre Tesoureiros existe para que tesoureiros se encontrem — no digital e, cada vez mais, pessoalmente.








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